
Chef do ano
• Pascal Valero (Kaá, São Paulo)
Chef revelação
• Ivo Lopes (Due Cuochi, São Paulo)
• Thiago Castanho (Remanso do Peixe, Belém)
Restaurante do ano
• Tre Bicchieri (São Paulo)
Restaurante de cozinha brasileira
• Oficina do Sabor (Olinda, PE)
Barman
• Marcelo Serrano (MyNY Bar, São Paulo)
Sommelier
• Tiago Locatelli (Varanda Grill, São Paulo)
• Jô Barros (Dui, São Paulo)
Barista
• Isabela Raposeiras (Coffee Lab, São Paulo)
Bar do ano
• MyNY (São Paulo)
Chef pâtissier
• Carole Crema (La Vie en Douce, São Paulo)
Banqueteira
• Adriana Cymes (Buffet Arroz de Festa, São Paulo)
Brigada
• Parigi (São Paulo)
Artesão da gastronomia
• Amma Chocolate (Bahia)
Júri
Adelaide Engler (escritora); Adriana Cymes (Buffet Arroz de Festa); Ailin Aleixo (jornalista); Alessandra Blanco (iG); Alex Atala (D.O.M. e Dalva e Dito); André Falcão (La Pasta Galleria); Arnaldo Lorençato (Veja SP); Bel Coelho (Dui); Bruno Grando (Buffet Colonial); Carlos Ribeiro (Na Cozinha); Carole Crema (La Vie en Douce); Carolina Carnicelli (Folie); Christian Burjakian (Limonn); Cristina Rósel (Bellini Ristorante); Danio Braga (Locanda della Mimosa); Diego Arrebola (Olivetto Restaurante e Enoteca); Diogo Carvalho (blogueiro); Duca Lapenda (Pomodoro Café); Edinho Engel (Amado); Edu Passarelli (Melograno); Ensei Neto (Coffee Bureau); Erick Jacquin (La Brasserie); Fabio Andrade (Arola Vintetres); Fabíola Toschi (Atelier Fabíola Toschi); Felipe Bronze (Oro); Flávia Quaresma (consultora); Giuliana Nigro (Pasquale Cantina); Jacques Trefois (gourmand); Jefferson Rueda (Bar da Dona Onça); Jô Barros (Dui); Joca Pontes (Ponte Nova); José Luiz G. Pagliari (especialista em vinho); Juarez Campos (Oriundi); Juliana Reis (Senac São Paulo); Kike Costa (jornalista); Lamberto Percussi (Vinheria Percussi); Mara Mello (Mara Mello Doces de Autor); Mônica Dajcz (Mônica Dajcz Gastronomia); Mônica Rangel (Gosto com Gosto); Marcelo Magaldi (Buffet Fasano); Marcelo Malta (coordenador da FMU); Marcos Sodré (Sawasdee); Mariana Proença (revista Espresso); Paulo Barros (Due Cuocchi); Rafael Barros (Ópera Ganache); Renata Braune (Chef Rouge); Renata Fernandes (Folie); Roberta Malta (jornalista); Roland Villard (Le Pré Catelan); Tatiana Szeles (Boa Bistrô); Tereza Paim (Terreiro Bahia); Tsuyoshi Murakami (Kinoshita); Vanessa Lins (Folha de Pernambuco); Viko Tangoda (Viko Gastronomia).
Homenagem especial
Personalidade da gastronomia

Alex Atala (D.O.M., São Paulo)
O ano é dele: Alex Atala, o chef que está onde nenhum outro cozinheiro brasileiro chegou antes. Seu principal restaurante em São Paulo, o D.O.M., foi considerado o sétimo melhor do mundo, segundo a revista inglesa Restaurant. Nesta lista, Alex está há seis anos consecutivos. Entre 2006 e 2011, a evolução, ano a ano, foi clara: 50o, 38o, 40o, 24o, 18o e, por fim, o atual sétimo lugar. Neste último ano, Alex também provou ser um homem com visão empresarial. Depois de uma derrapada no começo do Dalva e Dito, seu segundo restaurante paulistano, ele conseguiu colocar o negócio no prumo. Inventou até uma galinhada na madrugada do sábado, transformando a casa num point animado frequentado por outros chefs de cozinha. E ainda continua agitando em festivais, desde Belém, no Pará, até a Lapônia, apresentando a moderna cozinha brasileira e fazendo escola.
Responsabilidade social na alimentação
ONG Banco de Alimentos (São Paulo, SP)
Personagem do vinho
Carlos Cabral (consultor)






· Vantagens:
Até aqui parece que estamos falando de um café da manhã ou chá comum. Mas a graça começa quando acrescentamos:
Triângulo de Ricota

Feijão-preto: Muito usados em sopas e feijoadas, possui grão pequeno e de coloração escura;
Feijão-fradinho: O grão é miudo e bege com uma mancha preta no centro. Também conhecido como feijão-macassar, usado no preparo de acarajé, saladas entre outros;
Feijão-branco: Para sopas e saladas, também fica excelente em cozidos, tem grãos graúdos e alongados e cor bem clara;
Feijão-carioca: É a variedade mais cultivada e consumida pelos brasileiros, tem grão pequeno com coloração bege e estrias marron;
Feijão Azuki: Cultivado extensivamente nos países orientais como Japão e China. Estes grãos são pequenos no tamanho, na cor vermelha, de forma redonda com sabor doce e são apontados a partir de um lado. Devido ao seu sabor doce, esses grãos são usados para fazer pasta doce de feijão 