27 de out. de 2011

Cheescake

O cheescake já era conhecido dos antigos gregos. Os norte-americanos a criaram no século XX. Desde então, tornou-se uma espécie de bolo nacional mas, segundo os profissionais, existem "mais teorias sobre o bolo de queijo, do que pessoas que saibam prepará-lo".

O cheescake americano é normalmente constituído por uma base de bolacha, um recheio à base de queijo creme e ovos e uma cobertura de fruta. Este cheesecake é cozido no forno, no entanto existem inúmeras variações da receita, entre as quais as que são compostas por natas, queijo e gelatina e não necessitam de forno.

Apesar de ter nascido na Grecia há muito tempo, o cheesecake só se popularizou nos anos 70, quando era uma das sobremesas mais populares dos Estados Unidos, e principalmente, de New York City.

O ingrediente essencial da cheescake é, obviamente, o queijo. Porém, vários são os tipos encontrados em receitas através dos tempos. O queijo cremoso, o queijo Francês Neufchâtel, o cottage e a ricota. O mais famoso e mais utilizado nos dias de hoje é o primeiro deles. Em 1872, um leiteiro americano tentando recriar o queijo Neufchâtel, acabou chegando ao cream cheese.

Existem milhares de receitas de cheescake por aí. Quando falamos em receitas, não queremos dizer apenas quantidades de ingredientes diferentes. O que mais impressiona é a variedade de ingredientes que podem ser acrescentados à massa básica de queijo, à sua base crocante e à cobertura, sem que seja descaracterizado o sabor delicioso do queijo.

Cheescake Romeu e Julieta





Ingredientes

Pacote de bolacha - 400g (2 pct)
Ricota - 300g
Leite condensado - 1 lt
Creme de leite - 1 lt
Requeijão cremoso - 250g (1copo)
Gelatina sem sabor - 1 pct
Clara em neve - 2 und
Suco de limao - 5ml
Essência de baunilha - 5ml (opcional)
Goiabada - 100g (aprox 1 e 1/2 xiara de cha)
Água - 15ml


Preparo


1 - MASSA - Triture o biscoito no liquidificador, transfira para um bol e misture com a manteiga ate ficar homogêneo. Forre o fundo de uma fôrma de aro removível de 22 cm (fure a massa com um guarfo) e leve ao forno por aproximadamente 20 min.



2- RECHEIO - Dissolva a gelatina (conforme instruçôes da embalagem). Bata os demais ingredientes (menos a goiabada, água e as claras) no liquidificador, acrescente a gelatina e por ultimo incorpore delicadamente as claras em neve. Coloque o creme sobre a massa da torta e leve à geladeira por 4 horas.



3- COBERTURA - Em uma panela, em fogo médio, derreta a goiabada com a água e cubra a torta. Leve à geladeira por 1 hora antes de servir .


Decore com corações de queijo ou use e abuse da imaginação... E ...
Bon Appétit !





COUSCOUS MARROQUINO







Recebi esse pequeno "mimo" de uma grande prima Daniele Muniz também grande apreciadora de um bom prato.... Então vamos la !!!

O nosso cuscuz deriva do “cous cous” africano, que surgiu na região do Magreb (que compreende Tunísia, Marrocos e Argélia). O prato existe desde a época dos berberes, primeiros povos que habitaram o norte do continente. Há registros de que o cuscuz já era preparado dois séculos antes de Cristo.

Não há registros precisos sobre como o cuscuz se espalhou pelo mundo e se tornou uma receita tão querida e popular. Uma das hipóteses é a de que o prato teria chegado à Europa com a invasão muçulmana à Península Ibérica, no século XIII. Livros de receitas da época comprovam a assimilação. De lá, os judeus sefarditas europeus, tendo incorporado o cuscuz à mesa, levaram o prato para os locais em que se exilaram, como Itália e Oriente Médio, após serem expulsos da Península Ibérica, em 1492, na época da Guerra Santa.

Para outros autores, o cuscuz teria chegado antes na Sicília. A localização geográfica dessa ilha italiana, muito próxima da costa africana, principalmente da Tunísia, torna muito viável essa teoria. Os sicilianos se agarram com força e muito prazer à tradição. Todo o ano, na cidade de San Vito Lo Capo, realiza-se a Cous Cous Fest, em que são convidados países que tem a cultura do cuscuz. O objetivo é reunir as receitas representativas no mundo.

A SEMOLINA É MUITO VERSÁTIL POIS ACEITA OS MAIS VARIADOS INGREDIENTES E INTERPRETAÇÕES, SENDO SUA ARTE-FINAL INVARIAVELMENTE BATIZADA COM O NOME DE SUA ORIGEM : COUSCOUS MARROQUINO. CONFIE NO SEU CARÁTER; SIRVA-O SEM MEDO QUENTE OU FRIO; COMO ENTRADA, ACOMPANHAMENTO, PRATO PRINCIPAL E ATÉ SOBREMESA. FAÇA AINDA MAIS AROMÁTICO COLOCANDO ANIZ ESTRELADO, CARDAMOMO, CRAVO, CANELA E FIGOS; COM CAMARÕES PEQUENOS, COENTRO E CÔCO OU SIMPLESMENTE PURO COM CALDO DE LEGUMES .


Vou preparar esse "mimo" e futuramente posto as fotos e a receita aqui no blog ....

Se você tiver alguma historia ou uma receita de couscous marroquino mande junto com a foto que publicarei aqui também ...