17 de mai. de 2010

Hostess - Escola de Gastronomia

A HOSTESS tem sido uma grande alegria na minha vida, tenho aprendido muitas coisas valiosas e fundamentais para minha profissão.

Na HOSTESS encontrei a Chef Solange Pedreira (Chef / professora Sol) uma pessoa doce, gentil, de uma grande elegância e uma vasta experiência, ela passa todo conhecimento com uma sabedoria e delicadeza indescritível.


Formada pela UNESA a Chef Solange Pedreira, possui um extenso e valioso currículo, deu aula em grandes escolas uma delas a própria universidade UNESA, foi Chef por mais de 5 anos do CANECÃO comandando com brilhantismo a grande equipe dessa conhecida casa. Atualmente se divide em consultorias, ministrando aulas na sua escola e muito mais...

A paixão pela gastronomia, a grande “bagagem” e a forma única da Chef ensinar aos seus alunos esta sendo a combinação perfeita para um cozinheiro assim como eu ser lapidado e obter todo o conhecimento que estava faltando para poder atuar na área com total sabedoria e confiança.

HOSTESS - Escola de Gastronomia

“Chefs de Cozinha e Professores por formação, dedicados ao desenvolvimento da Gastronomia, preparando e atualizando profissionais para suprirem a crescente demanda do mercado na cidade do Rio de Janeiro”.


Comandada pela Chef Solange Pedreira e Djalma Reis, a escola Possui variados cursos e especializações entre eles:

. CupCakes
. Cake Desing
. Míni Bolos
. Tortas Especiais
. Focaccias e Ciabatas
. Culinária para Iniciantes
. Iniciação aos Vinhos
. Técnicas Para Organização de Buffets
. Gestão de Restaurante
. Cozinheiro Chef
E muitos outros ...



HOSTESS – ESCOLA DE GASTRONOMIA

Rua General Caldwell, 276 Gr. 802 – Centro RJ

(21)35765091

(21)2221-0346


http://hostessescoladegastronomia.blogspot.com/

http://www.hostessgastronomia.com.br/

3 de mai. de 2010

Quenelle



A quenelle é um bolinho feito com carne ou peixe muito condimentados, ligados com clara de ovo e natas, ovos batidos ou manteiga e farinha. Com esta mistura obtém-se as bolas que são cozidas em água. As quenelles são servidas gratinadas com vários molhos ou sopas.

Receita de Quenelle de Mandioquinha com Molho Holandês

Ingredientes

Quenelles:
• 750 g de mandioquinha
• 1 xícara (chá) de óleo para fritar
• pimenta-do-reino a gosto
• sal a gosto
• 1 clara
• 4 colheres (sopa) de creme de leite
• 6 colheres (sopa) de farinha de trigo

Molho Holandês:
• pimenta-do-reino a gosto
• sal a gosto
• 2 colheres (chá) de suco de limão
• 4 gemas
• 1 xícara (chá) de manteiga clarificada

PREPARO:

Quenelle:

lave as mandioquinhas, coloque-as numa panela e cubra com água.
Leve ao fogo e cozinhe até ficarem bem macias.
Retire do fogo, descasque e passe-as por um espremedor de batatas, aparando numa tigela. Junte a farinha de trigo, o creme de leite, a clara, o sal e a pimenta-do-reino e misture até obter uma massa bem leve.
Leve ao fogo uma frigideira com o óleo até aquecer.
Reduza o fogo e coloque colheradas (forma oval e alongada) da massa de mandioquinha. Frite até ficar firme e levemente dourada, mas ainda macia. Retire do fogo e reserve, mantendo as quenelles aquecidas.

Molho holandês:

leve ao fogo uma panela com a manteiga e deixe derreter.
Retire do fogo. Coloque numa tigela refratária as gemas e 2 colheres (sopa) de água e bata com um batedor manual por 3 minutos, ou até a mistura ficar esponjosa.
Coloque a tigela dentro de uma panela com água fervente (mas sem encostar na água) e continue a bater por mais 1 minuto, ou até obter um creme.
Para saber se está no ponto, levante o batedor. O creme escorrido deverá deixar uma marca. Aos poucos, junte em fio a manteiga derretida, sem parar de bater.
Retire do fogo, passe por uma peneira bem fina, aparando numa tigela e misture o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino.

Sirva as quenelles com o molho holandês e decore com estragão.


De origem francesa, a quenelle pode ser preparada com peixe ou ave e ser cozida num caldo ou frita, como nesta receita. Sirva como acompanhamento ou como entrada.

PRESUNTO DE PARMA


Iguaria produzida há 2 mil anos, em Parma, região de Emilia Romagna, não recebe conservantes nem aditivos químicos, apenas sal marinho. O processo de cura é pelo menos de doze meses, período no qual o presunto fica em ambientes ventilados e seco com pesos, o que lhe dá a forma achatada. Depois de maturado por um ano o presunto é então mergulhado em água morna para amaciar a pele, depois é seco e armazenado por algum tempo antes de ser fatiado e degustado.

O Segredo do sabor, vem dos suínos, criados exclusivamente na Itália, e do tempo de cura, em que o aroma dos bosques da região dá um sabor especial à carne. Fabricado nas pequenas empresas familiares, com receitas transmitidas pelas gerações italianas há centenas de anos, ultrapassou as fronteiras italianas, e hoje é conhecido no mundo inteiro, mas isso só aconteceu depois de os distritos industriais terem sidos criados, há mais de 50 anos

Apenas três coisas entram na produção do presunto de Parma, o mais famoso do mundo: a coxa do porco (uma espécie baixa e forte, que chega aos 150 quilos e produz coxas grandes, criada em 11 regiões do centro-norte da Itália), sal e o ar perfumado das colinas parmenses da região de Langhirano e adjacências, a 900 metros acima do nível do mar. Além de um período de cerca de um ano e meio para maturação. Ou seja, não se usam substâncias químicas e nem se faz uso da defumação.

Depois de repousar por 24 horas em uma câmara frigorífica a 0 grau, a coxa é salgada a mão. Em seguida, é posta em uma câmara frigorífica entre 1 e 4 graus, durante uma semana, passa por uma segunda mão de sal e vai para a maturação. Durante todo o processo de maturação, que dura cerca de um ano e meio, a coxa passa por uma série de processos naturais em grandes câmaras com janelas enormes que são abertas diariamente para receber o ar que vem dos apeninos. O processo de maturação é feito, em suma, de forma lenta e gradual, com características de umidade e temperatura definidas por anos e anos de experiência.

Só as peças produzidas na região, da forma tradicional, com os padrões definidos por lei, recebem a coroa de cinco pontas . O símbolo é gravado na carne. O presunto de Parma. É um produto com denominação de origem protegida.

PRESUNTO PATA NEGRA


O presunto cru, sobretudo o do tipo pata negra, é o supra-sumo dos “frios”. Chega a custar 300 reais o quilo.

Para conservar as carnes por mais tempo, numa época em que não havia geladeiras, o homem desde a mais remota antiguidade aprendeu que era preciso tirar dela todo o líquido. "Perexutos", em latim, quer dizer exatamente isso - "privado de todo líquido". Curioso é que esse processo utilitário ainda deixa as carnes, sobretudo de porco, muito mais saborosas. "Presuntos", assim se diz delas.

Sem contar que, apesar de servidas cruas, não estragam. Porque são "curadas" em um processo que inibe o crescimento de bactérias. A fabricação dos presuntos se faz por etapas - salga, defumação, secagem, condimentação, maturação.

Mas, entre esses tantos, nenhum se iguala ao presunto cru espanhol "pata negra". Na fama e no gosto. O segredo da qualidade está na maneira de preparar, claro; mas, sobretudo, na raça do animal - a "ibérica", um porco meio selvagem, gordo, com pêlo negro, pernas longas, canelas finas e famosas unhas escuras (nem sempre, em verdade). Daí vindo o nome como é conhecido - "pata negra".

Nada tendo esses presuntos a ver com os usualmente encontrados em nossos supermercados, de preço mais em conta e sabor mais comum - por usar, entre outros ingredientes, sobras de carne de porco prensada.

A qualidade da carne é determinada pelo tipo de alimentação dos porcos. As melhores são "bellotas" - de animais alimentados apenas das "bolotas" - frutos do azinheiro e do sobreiro (árvore da cortiça). Cada animal chega a consumir até 12 quilos delas, por dia. "Jamon Ibérico de Bellota" ou, simplesmente "pata negra". Depois, menos valorizadas, vêm os "recebos" - animais que, na alimentação misturam "bolotas" e cereais. Por fim, consideradas de menor qualidade, as "pienso" - porcos engordados apenas com cereais.

Em todos os casos, são abatidos em local próprio (chacineria), quando atingem por volta dos 180 quilos, entre 14 e 18 meses. Depois de mortos por choque elétrico, os animais seguem ritual que se reproduz há séculos.

Primeiro são lavados em água morna, tosados e resfriado por 24 horas. Então são cortados em partes - reservando-se as pernas traseiras para fazer o presunto. Do restante da carne do porco ibérico se faz "chorizo" - de todo tipo: finos ou grossos, secos ou defumados, temperados com ervas e colorau; e "lomo embuchado" - lombo do porco curado, limpo de gorduras e bem temperado.

A carne destinada ao presunto é pendurada, até que todo o sangue escorra. Em seguida, cobre-se com camada grossa de sal; permanecendo assim, a carne, por 14 dias. Depois são lavados e armazenados, por 6 semanas, em local fresco (entre 6º a 8ºC) que mais parecem adegas.
Inicia-se então o processo da cura. Para tanto pendura-se o presunto, com cordas ou ganchos, em secadouros. Sendo a entrada de ar fresco, regulada segundo o clima, com dispositivo especial.

Essa carne então "transpira", chegando a perder até um terço de seu peso inicial. Depois as peças vão para local com temperatura ainda menor, onde ficam penduradas por mais 14 meses.
Esse tempo é necessário para que o fungo Penicillium roquefortis, o mesmo do queijo roquefort, possa cobrir a carne - produzindo sabor e aroma característicos do presunto.

Nesse ponto um "calador" faz a prova, espetando o "punze" (objeto pontiagudo, feito de osso ou chifre) em várias partes do presunto, retirando pedacinhos da carne. Se tiver as qualidades exigidas, fica ainda mais algum tempo curando. Quando não, é logo posta de lado.

Todo o processo de preparação e cura dura, em média, 30 meses. Depois de pronta, a peça terá entre 6 a 8 quilos. Com gordura marmorizada em toda a carne. Nasce então o presunto, uma das mais saborosas carnes do mundo. Especialmente quando for pata-negra

TRABALHOS APRESENTADOS EM AULA -

*FORNOS COMBINADO

26 de abr. de 2010

XVIII CONCURSO GASTRONÔMICO DE VISCONDE DE MAUA


Acontece nos dias 14, 15 e 16 de maio o XVIII Concurso Gastronômico de Visconde de Mauá, uma pequena vila na Serra da Mantiqueira, entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Uma região repleta de cachoeiras belíssimas, vales, montanhas, um céu de tirar o fôlego, trilhas com muito verde e um clima europeu. De acordo com os organizadores do evento o objetivo é “desafiar os cozinheiros locais na elaboração de um prato com pinhão – fruto da araucária – registrando sua criatividade na gastronomia nacional”.

Chefs locais serão desafiados a elaborarem pratos criativos com pinhão, que serão julgados por chefs de cozinha de dentro e fora e do Brasil, e por um júri popular.

Estão convidados os grandes chefes: Flavia Quaresma (Consultora/RJ), Andre Saburó (Quina do Futuro/Recife), Heiko Grabolle (Florianópolis/SC) e Tereza Paim (Terreiro Bahia/BA), entre outros, que darão nota aos cozinheiros locais. O publico também poderá votar no Júri Popular, onde o convite será uma camiseta no valor de R$ 50,00.

JANTAR COMEMORATIVO, na abertura do Festival dia 14, elaborado por grandes chefs convidados . Preço por pessoa: R$ 120,00.


Visconde de Mauá


é uma pequena vila encravada na serra da Mantiqueira, na divisa dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Rios cristalinos, belíssimas cachoeiras e um imperdível clima europeu fizeram da região a meca do turismo alternativo na década de 70. Hoje, o turismo não é mais alternativo: restaurantes estrelados e pousadas classificadas por guias internacionais fizeram de Visconde de Mauá um lugar charmoso e requintado. Chega-se a esse paraíso pela rodovia Presidente Dutra, saída 311, sentido Rio-São Paulo, entre Resende e Itatiaia. A partir deste acesso são 30 km de estrada com paisagens maravilhosas.


PINHÃO

O Pinhão é a semente da Araucária. Tem a forma triangular com cerca de 5 cm de comprimento, recoberta por uma casca lisa de cor castanha. A pinha, fruto onde estão aglomerados os pinhões, leva dois anos para amadurecer. A polpa é a parte comestível, muito dura crua, e deliciosa quando cozida. Formada basicamente de amido que também é encontrado na mandioca, batata, arroz, feijão, milho e trigo, todos alimentos ricos neste carboidrato.

O pinhão pode ser cozido ou assado na brasa, onde o fogo deve agir lentamente para que a casca se abra e libere todas as qualidades de aroma e sabor. Na panela de pressão o tempo de cozimento diminui.

A farinha de pinhão, produzida apenas artesanalmente devido à pouca expressão comercial, permite a confecção de broas, tortas e pães. Nas regiões onde ainda restam araucárias é comum o preparo do pinhão cozido em conserva de salmoura e vinagre.

O pinhão pode ser também misturado à saladas ou molhos para carnes.

Da araucária ainda aproveitam-se os galhos e refugos, especialmente o nó, que servem de lenha para combustível de caldeira.





24 de abr. de 2010

Moqueca Baiana / Chef Cris Leite

Como prometido, passo a receita da deliciosa moqueca feita e ensinada pela Chef Cris Leite na Celdom Gourmet

Vamos então à receita :


Ingredientes


Peixe

Alho picado – 20g
Coentro em Gao – 5g
Pimenta do reino branca em grãos – a gosto
Robalo em posta – 850g
Sal refinado – a gosto
Suco de limão – 50 ml

Molho

Azeite de dendê – 60 ml
Caldo de peixe – 300 ml
Cebola branca em fatias finas – 150g
Coentro fresco picado – 1molho
Extrato de tomate - 40g
Leite de coco - 240 ml
Molho de pimenta - 10 ml
Pimentão verde em fatias finas - 100g
Pimentão vermelho em fatias finas - 100g
Tomate sem pele e sem semente em fatias – 150g

Modo de Preparo:

1 - Limpe as postas do robalo.
2- Tempere o peixe com o coentro amassado, o alho, o sal, a pimenta e o suco de limão. Reserve.
3- Refogue no azeite de dendê a cebola, acrescente os pimentões, o tomate e o molho de pimenta, adicione o caldo de peixe aos poucos.
4- Acrescente o leite de coco.
5- Coloque as postas de peixe e cubra como coentro picado. Tampe e continue o cozimento ate o peixe ficar macio.


Quem quizer degustar e aprender a fazer essa maravilha e muitas outras ensinadas pela Chef Cris Leite, nao perca a oportunidade de fazer uma aula com a Chef na Celdom Gourmet

Chef cris leite
Celdom Gourmet
Rio Plaza Shopping
Loja Celdom
General Severiano, 97 lj 178/179/204/205 - Botafogo - RJ
Tel.: 3958-0706